Semana de Luta e de Luto: as regiões se mobilizam

1. Em Votuporanga, Fernandópolis e Jales haverá as seguintes atividades pela Semana de Luto e de Luta: instalação de um outdoor num ponto estratégico da rodovia; contato com todos os políticos da região; envio de ofícios aos Presidentes das Câmaras Municipais, e de todo o material aos jornais e rádios locais; entrega dos cartazes, cartas e boletim informativo, pessoalmente, em todas as escolas da região; uso de uma tarja preta, no braço, durante o trabalho, nos dias 13, 14 e 15 de outubro; no dia 15, ato local, publicação de matérias nos jornais e entrevistas às rádios, durante os programas mais populares.

Vários políticos já confirmaram a participação no ato.

2. Em Campinas: abaixo-assinado ao governador José Serra; visita aos escritórios dos Deputados Célia Leão, Carlos Sampaio (PSDB) e Jonas Donizete (PSB); visita à Câmara Municipal de Campinas, com entrega de Carta a todos os vereadores e solicitação de moção de apoio; visita às Diretorias de Ensino, com entrega de cópia da Carta e do abaixo assinado; entrega da Carta à população; envio de Carta, com informação, a todas as rádios e jornais; entrevista à repórter do jornal Correio Popular (Fernanda Nogueira); envio de e-mails a todos os Deputados Estaduais, a todas as escolas de Campinas e região, com informações e chamada para a participação, inclusive dos professores e funcionários; colocação de faixas e banners alusivos à mobilização na frente da sede regional; uso de camiseta preta, ou tarja preta, na semana de 13 a 16 de outubro; convite às autoridades, para o evento; no dia 15, paralisação, ato público e carreata de protesto contra o Governador Serra.

3. Em São José do Rio Preto: reuniões com as outras entidades e definição de uma agenda comum; envio de ofícios aos vereadores e deputados da região; colocação de outdoor na entrada da cidade; colocação de faixas em alguns pontos da cidade; distribuição das cartas aos pais e à população. No dia 15, às 15:00, Ato público na Praça Rui Barbosa.

 

4. Em Presidente Prudente: formação de uma Comissão Regional, com representantes de todas as entidades, para a organização da semana; envio de ofício a todos os presidentes das Câmaras de Vereadores, solicitando Moção de Apoio e convidando-os para o Ato de 15/10; checar se todas as escolas da região receberam e divulgaram os cartazes da Campanha; orientar os profissionais da educação da região, para que, nos dias 13, 14, 15 e 16/10, trabalhem com tarja ou camiseta preta, e esclareçam os alunos e a comunidade sobre as razões da "Semana de Luta e de Luto pela Educação"; contato com os presidentes dos diretórios regionais do PSDB, dos partidos da base do governo e demais deputados da região, informando-os sobre o movimento; de 01 a 16/10, colocar outdoor/faixa em ponto estratégico da cidade e/ou rodovia. O outdoor/faixa expressará a insatisfação dos profissionais da educação para com as políticas do governo.

5. Em Jundiaí: reunião com as entidades participantes do movimento; reunião com os especialistas da região, todos usando uma camiseta preta ou uma tarja preta, para lembrar a Semana de Luta e de Luto; contato com os políticos da região, inclusive com o deputado estadual local, solicitando apoio ao nosso movimento; encaminhamento de ofícios, com informações sobre o movimento, às rádios, jornais e TVs locais.

6. Em Araçatuba: reunião com as entidades participantes do movimento; solicitação aos especialistas da região que durante a Semana de Luta e de Luto usem uma camiseta preta ou uma tarja preta, mostrando nossa indignação; contato com o deputado estadual Roque Barbieri, solicitando apoio ao nosso movimento; encaminhamento de ofícios, com informações sobre o movimento, às rádios, jornais e TVs locais; Ato Público na Câmara Municipal de Araçatuba no dia 14/10, às 19:30 h, com entrega de Carta a todos os vereadores e solicitação de moção de apoio; entrega da Carta à população.

7. Em Santo André: movimento conjunto das entidades, com a seguinte programação: visita às Câmaras Municipais para obter Moção de Apoio dos Vereadores, sendo dia 06 - Câmara Municipal de São Caetano, dia 08 - Câmara Municipal de Santo André; dia 13 - Câmara Municipal de Mauá e Ribeirão Pires. A confirmar - Câmara Municipal de São Bernardo do Campo. Contato com Deputados Estaduais da região, entrega do documento sobre o movimento; visita às escolas e contato via fax e/ou e_mail para mobilizar o pessoal para a participação no Ato do dia 15, e publicação de matéria paga no Diário do Grande ABC.

8. Em Sorocaba: movimento conjunto das entidades, com a seguinte programação: na semana de 5 a 9 de outubro, haverá o envio de e-mails diários para as escolas, com textos sobre a necessidade da mobilização; contato com os colegas da região, captando adesões às atividades da Semana de Luta e Luto pela Educação; organização de grupo para participação no dia do Nu Pedagógico, em São Paulo; contato com os Deputados Estaduais para agendar visitas com o objetivo de encaminhar documento contendo reivindicações; contato com a mídia local; visita ao Gabinete do Deputado Raul Marcelo. De 13 a 15 de outubro: participação na sessão da Câmara Municipal, com o uso da tribuna; pedido de moções de apoio aos vereadores; audiência com o deputado Hamilton Pereira; audiência com a deputada Maria Lúcia Amary; distribuição da Carta à População. No dia 15, participação no Ato Público em São Paulo.

9. Em Bauru: reunião com todas as entidades; visita à Câmara Municipal, contato com os vereadores e entrega de ofício pedindo o apoio (um deles encaminhou moção de apoio); contato com os deputados da região; envio de mensagens ao Governador, pelo seu twitter; publicação de matéria na imprensa local; visita às escolas; distribuição de 15.000 cartas aos pais e 15.000 cartas à população; visita aos jornais e TV locais, para entrevista; no dia 15, Ato Público na Praça Rui Barbosa. Todos de preto.

10. Em Ribeirão Preto: reunião com todas as entidades; visita à Câmara Municipal; contato com os políticos locais; visita às escolas; visita aos jornais e TV locais, para entrevista; no dia 15, panfletagem no centro da cidade.

11. Em Marília: reunião das entidades; concentração na frente da sub-sede da Apeoesp; entrevistas aos jornais, rádios e TVs locais; carreata pelo centro da cidade, envolvendo todas as entidades; passeata, de preto, com exibição de cartazes; distribuição da Carta à População.

12. Baixada Santista: os colegas da Baixada, em reunião com as demais entidades, resolveram participar do movimento em São Paulo.

 

Decálogo
a ser seguido pelos gestores para a solução dos problemas de infra-estrutura das Escolas Públicas Estaduais


1
Se não houver merendeira na escola,
não será fornecida a merenda;

2
Se não houver pessoa responsável pela Biblioteca, ela permanecerá fechada;

3
Se não houver escriturários e secretário,
de acordo com o módulo, não haverá entrega de documentos na DE;

4
Se não houver verba para compra
de material e manutenção da sala de informática, o local não será utilizado;

5
Se não houver recursos para reparos e vazamentos no prédio escolar,
não haverá consertos;

6

Se não houver recursos para pintura do prédio, o prédio não será pintado;

7

Se não houver verba para a contratação de contador para as escolas, não haverá prestação de contas à FDE;

8
Se não houver verba suficiente para a contratação de funcionários pela CLT,
o dinheiro será devolvido;

9
Se a mão-de-obra provisória
não for qualificada, será recusada;

10
Se as festas não tiverem o objetivo de integrar a escola à comunidade, não serão realizadas

A nossa escola é, por previsão constitucional, pública e gratuita. Portanto, ela tem de ser custeada pelos cofres públicos. Todas as omissões do Estado, com relação aos itens acima, deverão ser objetos de ofícios da direção às Diretorias Regionais de Ensino, a fim de isentarem o diretor de eventuais responsabilidades administrativas.
Toda e qualquer ameaça de punição aos diretores associados da Udemo, por tomarem aquelas atitudes, será objeto de defesa jurídica por parte do Sindicato, seguida de denúncia ao Ministério Público e propositura de Ações Civis Públicas contra o Estado, pelo não cumprimento das suas obrigações para com as unidades escolares e pelos prejuízos causados à comunidade escolar.