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Prezado Prof. Luiz Gonzaga,
Solicitei à Dra. Miriam que entre em contado com
a Diretoria da Udemo e esclareça a verdade dos fatos. Houve um
grande equívoco na interpretação da carta por mim
assinada, que foi encaminhada pelo próprio escritório Foz
Advogados. A verdade dos fatos é que, após o encerramento
das atividades de meu escritório de advocacia, que tinha em parceria
com o Dr. Márcio Abujamra, fiquei com alguns processos de clientes
particulares, que não são associados da UDEMO. Algumas ações foram propostas, inclusive
após o meu desligamento dessa entidade, cuja honorabilidade e excelência
na representação eu sempre procurei defender. Com expectativa
de me aposentar e deixar o exercício da advocacia, propus ao escritório
Foz o encaminhamento dessas ações particulares, mediante
substabelecimento de poderes de procuração, com reservas,
e o escritório achou adequado que fosse encaminhada uma correspondência
aos meus clientes particulares, esclarecendo sobre o trabalho de parceria,
apenas nesses processos. Em nenhuma linha dessa correspondência menciono qualquer
envolvimento no convênio da UDEMO e sequer faço qualquer
menção de ter sido ex-advogado dessa prestigiada entidade.
Também nenhuma correspondência foi encaminhada a qualquer
associado do Sindicato. As palavras enaltecendo a excelência dos
trabalhos do escritório Foz Advogados vêm de meu conhecimento
como advogado militante há 35 anos, pois conheço o Dr. Wilson
de Sousa Foz desde 1.978, bem antes de meu ingresso no departamento jurídico
da UDEMO, ocorrido em 1.989. Por esse motivo, peço a gentileza
de ser publicado novo comunicado no site da UDEMO, esclarecendo a realidade
dos fatos, e que não represento mais judicialmente os associados
da UDEMO desde meu desligamento, ocorrido em novembro de 2.005, como forma
mais adequada de salvaguardar a minha postura profissional. Autorizo a publicação desta carta, em sua
íntegra, no site da entidade. Agradeço pela colaboração, nesse sentido, esclarecendo que sempre tive reais expectativas do sucesso das ações que patrocinei, enquanto advogado da entidade, bem como primado sempre por um bom relacionamento com o Sindicato, que sempre levei em alta conta.
Acredito, por isso, que esse equívoco deve ser esclarecido prontamente, a bem da verdade e da justiça. São Paulo, 4 de agosto de 2010
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