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Conteúdo extraído
de link presente no site da Secretaria da Educação
http://www.multiplicandosaber.org.br/
Multiplicando
Saber
O Programa Multiplicando Saber é um projeto-piloto
da Secretaria de Estado da Educação de São
Paulo em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento
(BID), Organizações Não-Governamentais, professores
da Universidade de São Paulo (USP), e pesquisadores da Fundação
Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE).
O Programa visa promover
sessões de estudo de matemática em formato de tutorias
voltadas para alunos do 6º e 7º anos do ensino fundamental
(pupilos) que apresentem dificuldade em matemática. As sessões
promovem a interação entre estes alunos e um tutor,
escolhido entre os alunos do 2º e 3º anos do ensino médio
com bom desempenho em matemática. As tutorias não
têm a pretensão de substituir as aulas regulares de
matemática, mas podem se tornar um importante instrumento
para auxiliar tanto os alunos com dificuldade como os professores.
Durante as sessões espera-se que os tutores percorram o material
de matemática apresentado pelo professor do pupilo em sala
de aula, com uma dinâmica parecida a de um plantão
de dúvidas ou de uma aula particular.
As tutorias ocorrem em algumas escolas de ensino
fundamental onde os jovens demonstrem interesse em participar, enquanto
os tutores são recrutados em escolas estaduais de ensino
médio localizadas na vizinhança da escola dos pupilos.
As tutorias acontecerão duas vezes por semana no período
da tarde, e terão duração de 90 minutos cada.
O Programa durará 12 semanas, entre os dias 1o de setembro
e 23 de novembro de 2010. Aos tutores serão oferecidas uma
bolsa auxílio, paga mensalmente, pelos três meses de
duração do programa.
Comentário
da UDEMO:
Trocando em miúdos: o Estado
pretende colocar na rede mão de obra temporária, barata,
inexperiente e inadequada. Está recrutando alunos do ensino
médio para dar aula de matemática para alunos do ensino
fundamental. Está faltando professor de matemática.
Por quê? Será que tem alguma coisa a ver com salário?
Parece que, na rede pública,
pode tudo. Afinal, os filhos dos governantes não estudam
nessas escolas.
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