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UDEMO |18/09/13 9:55 | Atualizado em 4/10/13 17:00


Gratificação de Representação

A Udemo encaminhou o seguinte ofício à CGRH, da Secretaria da Educação:

São Paulo, 17 de setembro de 2013.

 

Ofício nº 49/2013

 

Prezada Senhora,

 

Em resposta à Informação nº 064/2013 – CELEP, no Protocolo 2005/0001/2013, gostaríamos de fazer as seguintes considerações:

  1. Para contestar o argumento da Udemo de que “com o aumento da Gratificação de Função do PC e do Vice, e a manutenção, inalterada, da Gratificação de Representação do Diretor e do Supervisor, houve uma quebra da hierarquia salarial”, o CELEP apresentou a seguinte planilha:

 

Vice – Diretor / Professor Coordenador
         LC nº 1143 / 2011                                          LC nº 1.204/2013


Carga horária:200h

R$ 2.088,27

Carga hor.:200h

R$ 2.257,84

Grat. de Função

R$ 368,23

Grat. de Função

R$  796,26

Total

R$ 2.456,50

Total

R$ 3.054,10

 

Diretor de Escola
         LC nº 1143 / 2011                                          LC nº 1.204/2013


Salário Base

R$ 2.454,87

Salário Base

R$ 2.654,21

Grat. de Repres.

R$ 500,00

Grat. de Repres.

R$ 500,00

Adic. De Transp.

R$ 245,48

Adic. De Transp.

R$ 398,13

Total

R$ 3.200,35

Total

R$ 3.552,34

 

Supervisor de Ensino
         LC nº 1143 / 2011                                          LC nº 1.204/2013


Salário Base

R$ 2.803,29

Salário Base

R$ 3.030,92

Grat.   Grat. de Repres.

R$ 500,00

Grat. de Repres.

R$ 500,00

Adic. De Transp.

R$ 560,65

Adic. De Transp.

R$ 757,73

Total

R$ 3.863,94

Total

R$ 4.288,65

 

A própria planilha, no entanto, mostra que a Udemo tem razão. Antes, a diferença salarial entre Diretor e PC / Vice era de 30% (R$ 3.200,35 para R$ 2.456,50); agora, é de 16% (R$ 3.552,34 para R$ 3.054,10). De Supervisor para PC / Vice, a diferença era de 57% (R$ 3.863,94 para R$ 2.456,50); agora, é de 40% (R$ 4.288,65 para R$ 3.054,10).

          Portanto, “quebrou-se”, sim, a hierarquia anterior!

2. Além disso, e o que é mais importante, a Udemo não levantou nenhuma   questão legal para testar a competência técnica do governo. Não se trata de um “cumprir-se a lei”. Trata–se, tão somente, de uma questão de justiça e de bom-senso que, em se querendo, resolve-se apenas com a vontade política de resolver, até porque o custo financeiro dessa alteração é mínimo, ínfimo.

3. Continuamos, portanto, com a nossa justa reivindicação!

Sendo só, para o momento, aproveitamos o ensejo para renovar os nossos votos de elevada estima e distinta consideração.

 

Respeitosamente,

 

Chico Poli
Presidente

 

 

Ilma. Sra.
Profa. Cleide Bauab Eid Bochixio
DD Coordenadora da CGRH
Secretaria da Educação - SP


 

 

 

 
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